
01. Problema & domínio
Eu fundei o ANIMAPS para centralizar adoção responsável e informações relacionadas a animais, adotantes, ONGs e profissionais — um domínio fragmentado entre planilhas, WhatsApp e sistemas isolados. O desafio era modelar um produto que unisse operações de abrigo, adoção e ocorrências georreferenciadas sem virar um monolito opaco.
02. Arquitetura modular Full Stack
Eu defini a stack em Next.js (apresentação), Nest.js (regras de negócio e API) e PostgreSQL (persistência), com TypeScript de ponta a ponta. A decisão foi uma arquitetura modular no back-end: módulos com alta coesão e baixo acoplamento, contratos de API explícitos entre front e back, e separação clara entre UI, domínio e dados — preparada para evoluir sem reescrever tudo.
03. Modelagem, APIs e UI
Eu modeleio o banco em PostgreSQL com entidades e relacionamentos para adoção, usuários, organizações, profissionais e ocorrências georreferenciadas. No Nest.js, estruturo a API tipada e modular; no Next.js, construo interfaces componentizadas com foco em reutilização, consistência visual e performance. Atuo simultaneamente em engenharia, produto e requisitos.
04. Em desenvolvimento — produto próprio
O ANIMAPS está em desenvolvimento ativo. Não invento métricas de usuários ou tráfego: o resultado até agora é a base arquitetural (Next.js + Nest.js + PostgreSQL), o schema e os contratos de API. Código e demo pública ainda não estão abertos — o case é o próprio processo de fundar e estruturar o produto.